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A SBPJor, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e o Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ) estão elaborando uma agenda conjunta de trabalho para este segundo semestre, a partir da decisão do Supremo Tribunal Federal de extinguir a exigência do diploma de jornalismo para o exercício da profissão. As entidades estão avaliando o Acórdão do STF sobre a decisão e definindo as manobras legais e políticas possíveis. No campo acadêmico, outras entidades científicas, como a Intercom, estão sendo contatadas para se unir ao processo.

Mesmo assim, SBPJOR, FENAJ e FNPJ já estão desenhando uma agenda de atividades mínimas em defesa do próprio campo do jornalismo que, conforme o presidente da SBPJor, Carlos Franciscato, ficou sob risco não somente pelo cancelamento da exigência do diploma, mas pelas próprias argumentações apresentadas pelos ministros do STF em seus votos sobre a matéria, desqualificando a profissão de jornalista e desconhecendo a necessidade de um conhecimento específico para exercer a atividade.

Esta agenda deverá contemplar, entre outras atividades, a elaboração de um documento comum para a sociedade brasileira, a ser divulgado em um jornal de grande circulação, sobre a caracterização conceitual da atividade jornalística e os prejuízos à sociedade pela decisão do STF, bem como a montagem de ação política institucional junto ao Congresso Nacional e ao Executivo a respeito da regulamentação profissional, além de ampliar a articulação com entidades da sociedade civil para defesa da profissão de jornalista. Outra idéia é organizar um encontro pré-congresso SBPJor, provavelmente no dia de abertura do congresso, 25 de novembro, para discutir a profissão de jornalista e a formação profissional.


Leia aqui a nota oficial da SBPJor sobre a decisão do STF.


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